E farão coisas maiores que as minhas…
Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.João 14:12
Em meio a batalha que salva os valores, posso ver quanto engano no meio de quem não deveria ser enganado.
Leio a bíblia, ótimo. Todos também devem ler a bíblia, legal. Mas até onde ela é realmente interpretada? Eu gosto muito deste versículo em João 4:12, na verdade sou apaixonado por ele, pois é uma das maiores promessas de Deus pra minha vida. Só que, de fato, ele é mais um em meio a tantos mal interpretados e vistos como coluna base da tão maldita e enganosa teoria da prosperidade.
Se crermos no poder dEle é óbvio que veremos curas e maravilhas, é o resultado da Fé, mas podemos ser muito mais detalhistas e simples se analisarmos tudo isso por outra esfera. Quem crê em Deus não deve somente acreditar nos milagres, mas ter a sã consciência de que os valores do Reino são os mais corretos e precisam ser inseridos na sociedade.
A bíblia nos lições sobre tudo, inclusive sobre sexo. A unica coisa que não entendo é porque esses assuntos não são tratados na igreja. Hoje em dia, filho de crente aprende sobre pênis e vagina em todos os lugares, menos dentro de casa, na igreja, a luz das Escrituras. Crer e fazer coisas maiores do que as dEle inclui inserir esses valores na sociedade e na família. Inclui levantar uma bandeira contra a pedofilia, a violência a mulher e ao fim do casamento.
A cada dia que passa os abusos e a pedofilia crescem em nosso país e, nós Cristãos conhecedores (ou não) dos valores que salvam a vida, não fazemos absolutamente nada! Nem mesmo dentro da nossa própria casa.
Acabar com a pedofilia não implica apenas em denunciar, mas em instruir nossas crianças sobre o certo e o errado, cada vez mais cedo, para que esse mal não se torne cada vez maior.
Esse cruta metragem é um pouco forte, mas vale a pena assistir.
Fazer coisas maiores que as dEle é curar almas, salvar vidas!
Por Bruno Felipe
- há 4 meses
Dilma cancela distribuição de ‘kit gay’ a escolas.
Objetivo da medida é evitar rebelião de parlamentares cristãos na base aliada.

A polêmica sobre a futura distribuição do chamado “kit gay” nas escolas forçou o governo a recuar nesta quarta-feira, temendo que a repercussão do caso atrapalhe a união da base aliada no Congresso. A presidente Dilma Rousseff ordenou que o governo não distribua o material de combate ao preconceito contra homossexuais, elaborado por organizações não-governamentais em parceria com o Ministério da Educação (MEC).
As bancadas evangélica e católica do Congresso haviam anunciado uma espécie de rebelião contra o Planalto, depois de se mostrarem insatisfeitas com as explicações dadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, sobre o tema. Os parlamentares alegam que os vídeos e cartilhas seriam inadequados para crianças e que estimulariam o homossexualismo. Um dos vídeos criticados, Encontrando Bianca, mostra a rotina de um aluno transexual.
Segundo o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, a presidente Dilma também considerou o material impróprio e determinou que todas as publicações de órgãos do governo sejam avaliadas por comissões internas antes da distribuição. “Ela foi muito clara nesse sentido e determinou que esse material não circule oficialmente da parte do governo. Não se trata de recuo, se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer”, declarou Carvalho.
O MEC afirma que o material não é oficial. Mas parte dos vídeos chegou a ser apresentada à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados por representantes do próprio ministério.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dilma-cancela-distribuicao-de-kit-gay
- há 12 meses
O Verdadeiro desafio de crer na cruz vazia.

“O vídeo que coloquei sobre a violência a cristãos no Facebook causou um pouco de polêmica. Tratavam-se de imagens de Cristãos sendo queimados vivos na Costa do Marfim. O título do vídeo deixava bem explicito sobre o que se tratava o conteúdo do material, isto dava a quem viu o post a opção de escolha de ver ou não.
Apesar de eu achar interessante algumas verdades serem mostradas, ou seja, a realidade do que acontece nos países de perseguição, retirei o vídeo em respeito aos meus amigos que me alertaram sobre o fato. Realmente faltou sabedoria em vincular isso ao meu perfil, ja que tenho pessoas que acompanham meus posts e são abençoados por eles. Por isso peço perdão e me comprometo a não fazer coisas desse tipo novamente.”
Mas fica aqui um alerta a todos nós cristãos que vivemos em um mundo cheio de romantismo e, na maioria das vezes, nos pegamos envoltos em uma teoria da prosperidade camuflada. O cristianismo é romântico sim, porém é racional. Estamos em constante luta contra o nosso eu e sujeitos a coisas do mundo.
Nosso papel não é simplesmente viver no nosso mundo em que Cristo nos defende, somos os certinhos, nada nos atinge e o resto é resto. Devemos é ter atitudes que demonstram os valores de Cristo em nossa vida. Devemos ser racionais e deixar Cristo refletir em nós. Deus não quer pessoas servindo a Ele buscando algo em troca. Diferentemente do que muitas igrejas pregam, ter Jesus não é estar livre de problemas, mas sim ter Paz durante as aflições sabendo que Ele está conosco e não vai nos desamparar.

Eu cansei da minha vida Cristã envolta em uma teoria da prosperidade e me da tristeza ver igrejas tão fechadas em seu “mundinho” apenas tomando do maná. Ser cristão é pagar o preço e estar sujeito as aflições do mundo porque “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”
Meu compromisso é com a verdade e a verdade é que estamos sujeitos a qualquer tipo de ataque. A bíblia nos alerta disso, porém devemos ter consciência de que somos filhos do Rei e que se, for por Ele e amor a Ele, seremos mais que vencedores. Nosso papel como Cristão e servo é servir a Deus independentemente de existir Céu ou inferno. É servir ao Grande EU SOU por quem Ele é, e não pelo que Ele pode nos dar.
Estamos a poucos dias da Páscoa que representa a nossa libertação da escravidão e as aflições deste mundo. A cruz esta vazia, pois Cristo venceu por nós e é nisso que devemos nos agarrar.

Ou vivemos uma vida Cristã de verdade crendo que Cristo esta conosco em todas as nossas aflições, ou continuaremos a rodar em circulos no deserto como crianças mimadas que só querem o maná.
De fato tudo isso serve pra mim que caí na real e vi que o desafio não é morrer por Ele, mas sim viver por Ele.
Por Bruno Felipe
- há 1 ano
Tudo já está preparado.
O medo nos faz parar no tempo. De fato não fomos criados para tomar decisões e sim para dependermos de circunstancias e de respostas prontas.
Quando Deus criou o homem o único objetivo era de relacionar-se com ele. Deus vinha todos os dias “a tardinha” ter com o homem e isso era uma diversão em tanto. Era o próprio Deus se relacionando com sua criatura, sua imagem e semelhança e o próprio homem se relacionando com o seu criador. O homem falava a Deus como foi seu dia e tirava dúvidas sobre o que fazer e como fazer e, Deus no seu infinito amor, tinha prazer em ensinar ao homem como caminhar.
Para viver precisamos depender de Deus. Precisamos ouvir a Voz dEle e caminhar naquilo que Ele disser. O medo vem de nosso eu e o nosso maior problema somos nós mesmos.
Como no vídeo acima, o medo nos faz perder coisas boas que tanto sonhamos. Não tenha medo, tudo já esta preparado e pronto. Basta ouvir, esperar e entender.
Por Bruno Felipe
- há 1 ano
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Sou contra a Pedofilia e tenho orgulho de fazer parte deste manifesto!
Usem no twitter: #ManifestoTÔdentro
Abraços!
(Fonte: emerhoff)
- há 1 ano
- 7
Jovens com uma paixão
Ao completar 50 anos, Jocum continua fiel ao ideal de fazer Cristo conhecido em todas as nações.
Por John W. Kennedy
Julho de 2010. Enquanto as chuvas de monções inundam o Paquistão, o mundo se mobiliza para socorrer os mais de 20 milhões de vítimas entre mortos, feridos e desabrigados. As enchentes do último verão foram apenas mais uma tragédia num país já vitimado pela miséria e pela instabilidade política e econômica. Um quinto de todo o território paquistanês ficou debaixo d’água, trazendo à imensa população do país riscos imediatos como a fome e a disseminação de doenças. Em meio a diversas entidades internacionais de apoio humanitário, organizações não-governamentais, grupos civis e instituições religiosas que foram para lá, centenas de estudantes evangélicos mobilizam-se para prestar socorro. Eles são alunos da Escola de Treinamento e Discipulado (Eted) de Karachi, a capital do país. Aspirantes a missionários, aprenderam desde cedo que, para fazer Cristo conhecido pelos povos, é preciso legitimar a pregação com ações concretas em favor do próximo – exatamente como o próprio Filho de Deus ensinou enquanto andou por este mundo. Corta para o passado. Num belo dia no ano de 1960, um certo Loren Cunningham também ficou interessado em dar algum sentido à sua vida espiritual além dos cultos de domingo. Contando com dois amigos crentes e um mimeógrafo usado, montou na garagem de sua casa, em Los Angeles (EUA), um escritório missionário. A ideia inicial era incentivar outros jovens evangélicos a usar um pouco de seu tempo para anunciar a Palavra de Deus e fazer algo útil a alguém. Os voluntários deveriam estar conscientes de sua responsabilidade espiritual perante os perdidos e ser capazes de prover o próprio sustento, fosse com recursos pessoais ou através de doadores. A coisa cresceu, mais e mais pessoas foram se envolvendo e o projeto de Cunningham se transformou numa das mais bem sucedidas iniciativas missionárias de todos os tempos. Uma verdadeira multinacional da fé. Os dois episódios estão separados por 50 anos, mas fazem parte do mesmo contexto. Jovens com uma Missão (Jocum), a entidade fundada por Cunningham, é a mesma que prestou socorro ao povo do Paquistão e hoje atua em mais 170 países, sob o lema “conhecer a Cristo e fazê-lo conhecido” – inclusive no Brasil, onde o ministério foi instalado em 1975 pelo casal de missionários Jim e Pamela Stier. Os jocumeiros, como os membros da missão são chamados, dão conta de um leque enorme de ministérios: cuidam de refugiados chechenos que vivem na Polônia; reconstroem vilas birmanesas depois da passagem do devastador ciclone Nargys; compartilham o Evangelho em grandes eventos como a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos; abrigam filhos de prostitutas na Índia; ensinam populações africanas a melhorar a produção rural com técnicas simples; montam ambulatórios médicos em regiões conflagradas, das zonas de guerra no Oriente Médio aos morros do Rio de Janeiro; distribuem bíblias em regiões tão diversas como a periferia do Cairo, no Egito, e a Patagônia, extremo sul do continente americano. A isso, soma-se um sem-número de atividades, os chamados impactos evangelísticos, e variadas ações missionárias no contexto urbano, através de apresentações artísticas e muita criatividade. O resultado disso tudo vai além da pescaria de almas para Cristo, promovendo também mudanças sociais significativas. “Nós estamos trazendo a mensagem de que Deus os ama e de que queremos ajudá-los”, resume Liz Cochrane, missionária de ascendência suíça que acionou seus contatos com empresários americanos a fim de levantar fundos para a compra de 100 mil filtros para contornar a falta da água potável para os refugiados paquistaneses. Aos 48 anos de idade, ela tem o perfil do jocumeiro típico, que não se detém diante de riscos e desconfortos para fazer a obra. Em 1985, ela chegou a ser presa no Nepal por pregar o Evangelho, então proibido no pequeno país asiático. Para ela, assim como para os cerca de 4 milhões de pessoas que já atuaram na Jocum neste meio século, o maior perigo é ficar longe do centro da vontade de Deus. Responsabilidade e inovação – Evangelismo, preparação e misericórdia são os três pilares da atuação da Jocum nos cinco continentes.Com força de trabalho da ordem de 17 mil missionários ativos – mais de 50%, não-ocidentais –, um dos maiores desafios da Jocum é prover treinamento e discipulado a toda essa gente. Cada aspirante, independente da nacionalidade, denominação ou idade, deve frequentar um curso obrigatório de seis meses nas Escolas de Treinamento e Discipulado, oferecido nas mais de 1,2 mil bases da missão em todo o mundo (ver abaixo). Depois disso, os estudos podem ser estendidos em bacharelado e mestrado na Universidade das Nações, uma escola nada convencional. A instituição usa o sistema modular, oferecendo foco intensivo em um tópico, seguido pela prática experimental no campo. Ciente de que os novos rumos da obra missionária demandam mão de obra especializada, inclusive para furar o bloqueio legal à entrada de cristãos em pelo menos um terço dos lugares onde atua, a Jocum forma “fazedores de tendas”. É gente que, à semelhança do apóstolo Paulo, desenvolve uma atividade profissional paralela ao trabalho evangelístico. Cursos dos mais variados, nas áreas de saúde, tecnologia, aconselhamento, magistério e linguística, entre dezenas de outros, são ministrados paralelamente ao ensino bíblico e teológico. Tudo para que o obreiro possa aproveitar todas as oportunidades de falar do amor de Cristo a toda criatura. Viagens missionárias de curta duração durante o verão, blitzen evangelísticas em grandes eventos e assistência médica através de navios-hospitais só algumas das ações criadas pela Jocum. “Quanto mais inovador o ministério, melhor”, diz David Joel Hamilton, vice-presidente de Estratégias da missão. Descentralização é mesmo a palavra de ordem, e embora exista um conselho chamado Equipe de Liderança Global (GLT, na sigla em inglês) formado por 45 líderes regionais e internacionais, cada base nacional da Jocum tem autonomia administrativa e financeira, planejando suas viagens ao campo, bem como programas de treinamento, recrutamento de obreiros, captação de recursos e determinação de prioridades ministeriais. Enxugar a maquina, reduzindo os cargos administrativos ao mínimo indispensável, foi a maneira encontrada para que a quase totalidade dos recursos disponíveis seja usada nos projetos e impactos. Ninguém é assalariado; cada missionário levanta a sua rede pessoal de mantenedores e assume a responsabilidade pelo próprio sustento. Atualmente, o presidente internacional da missão é o neozelandês John Dawson. Aos 75 anos de idade, Cunningham permanece ativo, embora não exerça mais a liderança formal da obra. Extremamente respeitado pelo seu legado, ele comemorou os 50 anos de ministério com um tour global, ao lado de Darlene, sua mulher e companheira de missões. Eles participaram de mais de quarenta celebrações regionais, incluindo o Nepal e a Mongólia, onde o trabalho cristão enfrenta sérias barreiras legais e culturais. A festa do cinquentenário culminou no quartel-general da Jocum, em Kailua-Kona, no estado americano do Havaí, no fim de novembro. “Não conheço mais ninguém que, como ele, tenha perseguido o escopo da grande comissão indo a cada país do mundo”, elogia Steve Douglass, presidente de campo da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo Internacional, instituição parceira de Jovens com uma Missão. Cunningham continua levando avante seu sonho de ver milhões de jovens evangelistas vindos dos quatro cantos do globo e invadindo pela fé as nações. Na Universidade das Nações do Havaí, ele é um professor acessível a todos os alunos que desejam abraçá-lo e bater um papo. “Ele é um excelente contador de histórias e sempre deixa a mente dos jovens fascinada, capturando sua atenção”, diz Don Stephens, que serviu como líder sênior na Jocum por três décadas. Quem não conhece sua trajetória não acreditaria nos perigos que Cunningham já enfrentou para levar o Evangelho, desde um avião sem combustível caindo numa floresta do Togo a doenças endêmicas em regiões afetadas por surtos de hepatite e malária – sem falar num acidente de carro, logo no início do ministério, do qual Darlene saiu praticamente morta e recobrou o fôlego após uma oração desesperada do marido. Desde então, o fundador nunca mais perdeu a sua profunda confiança em Deus, a qual, garante, é o que lhe sustenta. “Compartilhamos sonhos” – “Estou há 20 anos na Jocum e minha motivação para participar desse ministério foi a forma como a organização encara os desafios missionários”, diz Vida, uma jocumeira brasileira. O nome é fictício, já que, na nação onde ela atualmente trabalha, os evangelistas correm risco real de vida se suas atividades forem descobertas. A obreira conta histórias que mais parecem enredo de filme de ação, mas o que realmente a empolga é seguir o chamado. “A paixão de todo jocumeiro é realmente conhecer mais a Deus e fazê-lo conhecido”, recita. Para Vida, a paixão pelas almas e o desafio de sempre caminhar por fé é o que leva as pessoas a se integrarem a Jovens com uma Missão. “Temos acesso a excelentes cursos ligados à Universidade das Nações, que treinam e qualificam o missionário para o ministério”, descreve. As diferentes escolas e cursos de treinamentos normalmente funcionam nas bases da Jocum e, paralelamente ao aprendizado, diversos projetos são desenvolvidos. Os de maior visibilidade são os impactos evangelísticos em datas específicas como réveillon e carnaval, além de celebrações religiosas como o Círio de Nazaré, em Belém (PA) e as romarias em honra à santa católica Senhora de Aparecida, no interior de São Paulo. É possível envolver-se apenas por determinado período, como as férias escolares. Tudo isso faz com que a passagem pela missão marque para sempre a vida espiritual dos jocumeiros. “Aprendemos a viver em comunidade; trabalhamos e estudamos juntos, compartilhando sonhos”, comenta Vida. O paraibano Pedro Bezerra de Souza, carinhosamente chamado de Tio Pedro, é outro evangelista entusiasmado. Desde 1991, ele é o diretor de eventos de impacto na base de Contagem (MG). “O amor pelos perdidos e o desejo de levar outros a ter a mesma experiência de salvação é que me trouxe para cá”, conta. Na sua região, ele coordena atividades sociais e evangelísticas que incluem a evangelização de adeptos do candomblé na festa anual de Iemanjá, na Lagoa da Pampulha, e de turistas no Festival de Inverno de Ouro Preto. “Também organizamos almoços e palestras para as profissionais do sexo que fazem ponto na zona boêmia de Belo Horizonte”, conta. Incansável, Pedro tem se empenhado ultimamente em ajudar a levantar fundos para socorrer igrejas afetadas pelo terremoto no Haiti. O presidente nacional, Wellington Oliveira, resume o espírito que norteia o trabalho: “Somos um organismo, e não uma organização. Uma família de ministérios cujo maior patrimônio são as pessoas”. Na Jocum há 28 anos, ele diz que a missão é um grupo que está atento às mudanças e tem adequado suas estratégias de acordo com as demandas. Foi assim, por exemplo, que obreiros ligados à entidade encabeçaram um movimento contra o infanticídio praticado por alguns povos indígenas, bem como na mobilização nacional contra a pedofilia. “Também apoiamos trabalhos desenvolvidos por igrejas locais”, diz o dirigente. Wellington admite que a ênfase dada a missões perdeu sua intensidade nos últimos anos, mas acredita que a vocação ministerial da juventude cristã não arrefeceu totalmente: “O crescimento do número de jovens que nos procuram é a prova disso”. É preciso, segundo ele, estar atento às mudanças de foco. “Como somos um mundo predominantemente urbano, é natural que, principalmente no Brasil, tenhamos as estratégias da juventude majoritariamente com esta ênfase.” Multinacional da fé 171 países têm alguma atividade da Jocum em andamento 17 mil é o número aproximado de obreiros ativos hoje 4 milhões de pessoas já atuaram na missão 50 mil alunos passam todos os anos pela Universidade das Nações 1,2 mil centros de atividades missionárias estão em funcionamento no mundo 13% é a taxa anual de crescimento médio da quantidade de missionários 1,3 mildos obreiros em atividade na Jocum são brasileiros 53 são os escritórios e centros de treinamento missionário no Brasil 100 países contam com o trabalho jocumeiros brasileiros FONTE: http://cristianismohoje.com.br/interna.php?id_conteudo=704&subcanal=34
- há 1 ano
Coincidências acontecem!

Coincidências! Eu gosto, porém me assusto. Quando me deparo com uma tenho um misto de sentimentos confusos e de esperança.
Nossa vida é baseada em processos longos e dolorosos, porém necessários. Costumo encarar meus processos como uma obra clássica da literatura romântica, já que é com isso que eles se parecem. Algo meio boêmio e, em meu coração ansioso, platônico. Uma comparação um tanto quanto abstrata, mas é verdade. Os processos, apesar de parecerem algo fora do nosso controle, são vencidos facilmente quando entendemos o que estamos vivendo e fazemos com que o nosso “eu” se cale caindo então na realidade de que Deus deve ser a solução e o foco de todas as nossas decisões. É só cair na realidade.
As coincidências SEMPRE acontecem nessa fase. Estamos em constante procura da resposta certa e, quando nos deparamos com aquilo que nos agrada e muitas vezes sonhamos, acreditamos estar diante do “repouso” da nossa música, aquele momento em que a música pára e dá lugar à expectativa dos corações de quem a ouve. E como já disse, não é pra isso que o processo existe. Não é na expectativa do nosso coração que Deus age e é por isso que as coincidências acontecem e nos confundem já que, geralmente, elas são parte do nosso coração egoísta e egocêntrico.
Na verdade eu gosto de coincidências. Além da confusa confusão explanada anteriormente, também vêm a citada esperança. Esperança que confunde também, mas se levada para Deus pode render bons sonhos e excelentes frutos maduros.
Coincidências acontecem, sempre acontecem, porém são boas para nos deixar mais e mais dependentes de Deus.
Diante deste post confuso, da pra imaginar que estou diante de coincidências. Enfim, estou vivendo meus processos e todos moldam o meu caráter, pois são da parte de Deus.
Por Bruno Felipe
- há 1 ano
Não limite-se apenas em pegar o buquê.

Não sou machista, mas se tem uma coisa que me incomoda é a independência excessiva de algumas mulheres. Isso é algo que me espanta, que me faz correr e, infelizmente, esta mais comum do que imaginava.
As vezes parece que tem mulher que se orgulha em não depender de um homem. E eu, na minha inferior capacidade intelectual masculina em relação a constante mudança de temperamento feminino, tento entender qual é a graça que as mulheres vêem nisso. Se você for olhar na bíblia, o homem tem tantas responsabilidades. Imagina, a menina esta lá, na casa do pai dela, toda protegidinha, bem tratada e diante de um amor incondicional. O homem que casar com ela e, conseqüentemente, tirá-a de lá terá que ser melhor do que tudo isso que ela viveu até então. Ele vai ter que amar, cuidar, proteger, dar carinho, atenção, compreensão e, além de tudo, dar segurança emocional e financeira. E, levando em conta a sociedade em que vivemos, isso esta cada vez mais difícil. Já a mulher, só precisa amar o marido. Super fácil!
A sociedade de hoje esta conturbada com essa idéia de feminismo e independência da mulher. É o que eu chamo de “Sindrome do Só Pega o Buquê e Não Casa”, isso mesmo, pega o buquê e nada de noivo. Mulheres, se existe uma coisa que espanta um homem é a independência excessiva da mulher. O Homem precisa se sentir o controlador da situação. Não digo isso porque ele quer mandar em tudo, mas sim pelo fato de ser bom para a auto-estima do homem ser o protetor. É a natureza, Deus fez assim. Quando a bíblia diz que o homem é o sacerdote do lar, em outras palavras, ela quer dizer que o homem é quem cuida do lar, da familia, da esposa.
A mulher é um ser misterioso, algo parecido com um tesouro lendário guardado a sete chaves na ilha mais distante da costa e é um prazer para o homem desvendá-lo. É um prazer para nós, homens, tentar entender a mulher, cuidá-la e protege-la, porém, quando nos vemos pisando em um território em que não somos bem-vindos, partimos em disparada.
Mulheres, por mais que vocês já tenham vivido muitas situações em que vocês precisaram se virarem sozinhas, entendam que sempre existirá um homem ansioso para fazer com que você não passe por isso novamente. Guarde sua independência, ou melhor, a transforme em sabedoria e façam aquilo que só você sabem fazer muito bem: aconselhar um homem!
Por Bruno Felipe
- há 1 ano
- 10
Uma das vozes mais ouvidas no mundo, em questões de fé e ativismo social é, também, a voz da maior banda de rock do planeta. Mesmo sem nenhum estereótipo religioso, são grandemente influenciados pela Bíblia e, a sua fé é o combustível fundamental para suas vidas e trabalho. Bem-vindo à dicotomia do U2, sem dúvida, a maior banda de rock do planeta.
Walk On - A jornada espiritual do U2 explora as questões e as controvérsias geradas pelo profundo enraizamento dos temas espirituais existentes nas músicas do grupo. Esse livro é um guia espiritual para os álbuns da banda. Ele expõe o significado verdadeiro por trás de muitas das suas músicas e performances.
Desde o início da banda, no Shalom Christian Fellowship, em Dublin, até seu aparente renascimento, nos últimos álbuns, o livro traz à luz as lutas e os triunfos dos membros da banda e sua fé cristã. Como eles conseguiram mantê-la tão vibrante diante das luzes dos palcos mundiais? Será que eles já encontraram o que sempre buscaram? Por que a igreja se afastou deles?
Junte-se ao autor, Steve Stockman, numa leitura de mais de vinte anos de entrevistas, análises e insights em uma busca, sem precedentes, pelas respostas que todos querem ter.
- há 1 ano
CONQUISTA: A arte de ser você mesmo!

Moramos em um país onde existem mais mulheres do que homens. Se isto é mais que comprovado, porque existem tantos homens solteiros? Concordo que as mulheres sejam complicadas de entender, porém não entendo porque os homens não se entendem. O homem saber quem ele é já basta para impressionar uma mulher. As mulheres querem segurança, atenção, carinho, espaço.
Resolvi recolher algumas situações que presenciei e outras que vivenciei. Algumas eu ouvi de pessoas mais experientes e escrevi algumas dicas sobre como um homem deve se portar. Espero que ajude.
- A melhor cantada é a abordagem! Seja seguro!
- Se ela disser que acabou de terminar, prepare-se para ser amigo, apenas amigo e um provável amigo para sempre!
- Não pergunte se ela ainda gosta dele. Isso fará vc perder as esperanças, desistir e continuar com aquela historia de amigo!
- Mude o que há de ruim em você não a faz feliz, mas não se esqueça que ela se apaixonou por quem você é e não pelo que ela sempre quis!
- Se o papo ta bom e você tem que ir, enrole um pouco mas vá. Se ela disser que tem que ir, diga que a conversa foi boa e deixe. Ela quer espaço!
- Depois que ela disser que tem que ir e você deixou, ela vai marcar outra hora para se falarem! Isso sempre acontece! Se acontecer, mostre empolgação!
- Se no fim da conversa ela te der um apelidinho, não se faça de bobo, simplesmente ria e diga xau, um xau de HOMEM!
- Ela deu xau e disse “até o nosso proximo compromisso”. Não se derreta, ela ñ se apaixonou! Vá logo, afinal, você está atrasado.
- Se ela marcou com você NÃO ATRASE! Elas odeiam, esse luxo é único e exclusivamente DELAS.
- Homens, passe um tempo lavando seu carro e não se esqueça de passar aspirador. Não coloque aqueles aromatizantes, estraga seu próprio perfume!
- Cuide do seu corpo mas não seja obcecado por ele. Isso as deixa inseguras. No jantar, não fiquei falando de dieta, isso não as deixa a vontade!
- Elogie, mas não muito, vai parecer xaveco furado e não sinceridade! E tem mais: por mais que você elogie, elas sempre acharão algo a mudar!
- Seja charmoso. Use um bom perfume mas sem exagerar. Saiba quais são as fragrâncias para o dia e para noite. Tente não sobrepor o perfume dela!
- Se vista como HOMEM e não como MOLEQUE. Mostre-se bem sucedido, alguém que saiba o que quer!
- Pratique esportes, vá na academia talvez mas lembre-se: correr todas as manhãs é muito mais charmoso do que futebol duas vezes por semana!
- Leia livros, noticiários que falem do Brasil e do mundo. Tenha um hobby, exceto games! Você sempre gasta demais com os jogos e pouco com ela!
- Mesmo que saiba o que ela esta pensando deixe-a falar. Se isso acontecer é porque está a vontade e isso é BOM! Mulher a vontade = Mulher segura!
- Ouça sem interrompe-la! Deixe-a se empolgar e mostrar paixão pelo que está falando. Não pergunte muito, apenas o necessário!
- Conduza a conversa, ouvir não significa deixa-la falar sozinha. Se isso acontecer você parecerá passivo. Os homens devem ser os agentes ativos!
- Não exalte muito os seus bens e seu emprego. Mulheres não querem dividir sua atenção e nem ficarem sozinhas na sexta a noite. Saiba dosar!
- Tenha amigos seus e deixa-a ter amigos dela. Tenham amigos em comum e NUNCA invada esse espaço. Eles chegaram antes de você na vida dela!
- Se está com ela, JAMAIS olhe para outras! Entendeu? J-A-M-A-I-S! Além de imoral as deixa com nojo e as faz sentir mais uma. Ela é ÚNICA!
- Se existir um amigo que xaveca ela (sempre tem), não tenha crises de ciumis! Mostre preocupação, porém mostre que você é bem mais que ele!
- Trate bem seus pais e sua irmã. A forma que você os trata é diretamente proporcional a forma que você tratará sua esposa!
- Se dê bem com os pais dela, isso deve ser prioridade e é a jóia da coroa da arte da conquista!
- Lembre-se: Você não gosta de reality shows! Só tem baixaria e isso faz elas pensarem que se não forem gostosas como elas, jamais terão seu coração!
- Não tente entendê-las, simplesmente se garanta. Seja você mesmo pra não desiludi-la depois.
- Durante o período de conquista o homem paga a conta! Dividir só mais pra frente. Isso mesmo, dividir! Não seja machista e deixe-a pagar a conta!
- Impressione as amigas dela. Elas influenciam TANTO!
- Regras básicas: Pare, olhe e escute. Decorou?
- Saiba a hora de parar, de ir embora, de deixá-la sozinha. Mulher precisa pensar e decidir o que quer.
- Coloque na sua cabeça que você deve se interessar por quem ela é e não pelo beijo que ela vai dar no fim da noite.
- Encontros são um sucesso quando acontecem novamente e não quando terminam em beijo! Não seja apressado!
- Por fim, não use regras ou táticas. Saiba apenas se portar!
- há 1 ano
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A geração Z está vindo aí…

Meu avô é “o cara”. Tem seu fogãozinho de pescaria onde ele frita algumas bistecas para os netos aos sábados. Vai ao estádio sem abrir mão do “radinho de pilha” que demos para ele em algum dia dos pais de muitos anos atrás. Não tem fone. Comprou seu aparelho de DVD a uns três anos e se diverte assistindo Mazaropi. No Chevetti basta um som que dê pra ouvir o programa do Morgato às 6h da manhã e a hora do Brasil às 19h.
Meu pai já é mais moderninho. Celular com GPS, TV tela plana de 36”, carro do ano com um som um pouco mais exigente. Sobre o trabalho: braçal, manual. Não se preocupa tanto com a inovação. Por mais que vá prestar vestibular com 53 anos, para ele o que importa é o relacionamento com os clientes. Funcionário, quando existe, dificilmente atende o cliente sozinho. O nome é ajudante, logo, ajuda! Suas férias se limitam a sair da cidade onde mora, pescar se der vontade, se não, dormir o dia todo é o melhor a fazer. Onde comer? Ali, onde os caminheiros param! É ótimo!
Eu tenho um iPod Touch, um notebook DELL, três celulares velhos, um de cada operadora que não me deixem na mão e que tem a função de TELEFONAR! Tenho alguns livros que me deixam orgulhoso quando os vejo na prateleira. Uma faculdade e meia, sonho com mestrado e doutorado. Facebook, Orkut, Twitter, blog, e-mail. Gosto de me relacionar verbalmente e virtualmente. Não abro mão de um bom tempo com os amigos depois do trabalho ou igreja. Sempre curti os intervalos da faculdade. Gosto de pedalar, correr. Amo o coletivo. Amo grandes empresas e busco um perfil coorporativo compátivel com o mercado. Gosto de ajudar pessoas, TODAS!
A geração Z? Aquela que vem depois de mim. Essa me dá medo! Depois que li a respeito confesso que me arrependi da felicidade que tive ao ver a intimidade da minha priminha com a tecnologia!
Essa é a geração que se comunica de 140 em 140 caracteres. Se ler algum livro, será no iPad ou o resumo encontrado no Google. Os fones de ouvido fazem parte do corpo. Estão com eles “ao sentar e ao levantar, ao dormir e ao despertar!”. Segundo o site Baixa-aki: “uma geração que nasceu sob o advento da internet e do boom tecnológico e para eles estas maravilhas da pós-modernidade não são nada estranháveis. Videogames super modernos, computadores cada vez mais velozes e avanços tecnológicos inimagináveis há 25 anos”
Chegam da escola e nem conversam com os pais, vão direto para o quarto ligar o computador para usufruir do relacionamento virtual. “Twitam” seus passos pelo celular. Não existe relacionamento com a familia. Não existe abraço, contato, toque.
Seu mundo é virtual e tecnológico. Recebem informações rápidas e em tempo real. Tudo se torna obsoleto tão rapidamente. Querem tudo rápido e pronto sem que hajam desafios. Um mundo cheio de egocentrismo onde é melhor preocupar-se consigo mesmo, pois se parar para ensinar alguém serei atropelado pelo meu concorrente. A geração Z quer tudo na hora e não consegue se descobri sem a tecnologia. Deixam o convívio com a família.
Estudos e carreira de sucesso? Existem especialistas dizendo que haverá escassez de mentes pensantes após 2020.
O que vem por aí são pessoas silenciosas que não se relacionam com meros mortais. Não existe mais olho-no-olho. Olho no monitor LED é a nova “vibe”.
Aonde vamos parar? Talvez em um mundo de pessoas depressivas tentando se encontrar.
Por Bruno Felipe
Referência: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/2391-o-que-e-a-geracao-z-.htm
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Cala a boca! Eu sou crente!

Você vai falar em publico, de repente você solta uma palavra que tem duplo sentido, um sentido malicioso. Algumas pessoas ficam impressionadas, outras riem discretamente, outras descontroladamente. Uma meia dúzia não entende o que se passa e, como você, ficam procurando o que houve de errado. Por fim, toda a sua palestra foi por agua abaixo.
Quem esta errado? Seu público que é malicioso ou você que não escolheu bem as palavras?
Esse é um acontecimento comum nas igrejas, porém possível de se evitar. Antes de falar a um grupo de pessoas é muito importante que você conheça o vocabulário e a cultura delas. As pessoas são diferentes e tem interpretações diferentes.
Certa vez estávamos debatendo sobre escutar ou não música secular dentro da igreja. Isso deu uma confusão! Algumas igrejas não vêem problema, já outras condenam essa prática. Concordo que existem assuntos que serão debatidos por muitos anos, talvez para sempre, mas se deve ter muita sabedoria ao expor sua opinião, já que o que é errado pra você pode não ser errado para mim.
Quer ver um exemplo? Se Augusto Cury for revisar textos de Ivan Saint’ana ele de fato poderá vir a fazer inúmeras correções. Não porque o Ivan tem erros de português, mas por serem escritas diferentes. Pontuações diferentes. Pontos de vista diferentes. Mas a escrita dos dois permanece sem erros gramáticais.
A Bíblia Sagrada também é um exemplo da batizada por mim “guerra das interpretações”. Cada um interpreta a Bíblia do jeito que quer. Por isso existem tantas denominações por aí, uma tentando provar que a outra esta errada. Um verdadeiro absurdo, um pecado chamado religião. Desculpe se você não concorda, mas para mim a religião separa o corpo de Cristo e é usada como muleta para justificar o motivo pelo qual eu não amo o meu irmão. Me lembro bem lá em Atos 4: “Uma só mente, uma só esperança”. Eu nem vivi essa época e morro de saudades!
Os maiores causadores da “guerra de interpretações” somos nós mesmos. Parece redundante já que a interpretação é algo pessoal, mas é a mais pura verdade. Se a Bíblia é a Palavra de Deus e Deus é um só, porque tantas interpretações? diferentes?
O que precisamos ter em mente é que nós não estamos sempre certos e não somos melhores que ninguém por termos a salvação. Muito pelo contrário, precisamos ser gratos a Deus pela misericórdia Dele e fazer de tudo para que outros também conheçam o caminho da salvação.
Precisamos conhecer outros vocabulários e deixar o “crentês” de lado. Sabe o que é crentês? É isso: “oi amado, tá na benção varão? E a varoa? Como que está?” É tão de outro mundo que meu corretor ortográfico foi tão requisitado que esse texto está parecendo uma discoteca! A palavra de Deus diz: “mansos como a pomba, sagazes como a serpente.” Se meu papel como Cristão é expandir o Reino, como vou atingir culturas, gerações e tribos diferentes se o que eu falo é motivo de riso? Confesso que isso para mim chega a soar como falsidade, porque as vezes a pessoa nem mesmo ama e chama de “amado” só pra mostrar que é crente fervoroso. Por isso que tem tanto crente “pagando mico” por aí. Fica tão “bitolado” no seu quadrado que faz papel de bobo e inocente fora da igreja. Deus não quer isso não! Ele quer pessoas que influenciem, que se envolvam com todos em amor, que respeitem e que conheçam as coisas!
Cansei de igreja que não se mistura com o mundo! Cansei de gente que se acha “dono da verdade”. A verdade chama-se Jesus Cristo e Ele morreu por todos!O Evangelho de Jesus é muito mais que isso. Ele nos ensinou: “Venha Teu Reino.” Se o Reino é para todos, quem sou eu pra guardar ele só pra mim!
Não interprete mal e nem julgue como sendo o meu ponto de vista. De fato não é! É muito mais, é meu objetivo de vida!
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